Cada vez que você compra um filhote, morre um animal na carrocinha ou num abrigo.



quarta-feira, 23 de março de 2011

Chico para adoção

Este é o Chico Atropelado, cãozinho largado no portão da minha casa após ser atropelado sem gravidade. Isso foi em outubro e ele era um filhote.
Agora, o Chico deve estar com 9 ou 10 meses, está lindo, vacinado, prontinho para fazer parte de uma nova família. Ele é muito brincalhão e esperto. Ativo, gosta de brincar com outros cães e tem se mostrado um bom e atento guardiãode porte médio.

Interessados em adotar o Chico escrevam para adoteumfocinho.tiane@yahoo.com ou liguem para (51)9957-7720 (Tiane).

quarta-feira, 9 de março de 2011

ADOÇÕES URGENTES

ADOTE!
Amigos, ajudem a divulgar a adoção destes focinhos, pois a situação está beirando o caos e não tenho mais espaço nem para uma pulga... Brincadeiras a parte, divulguem, por favor! Obrigada!
MIGALHA
O Migalha foi abandonado aqui no começo do mês de fevereiro com o tradicional quadro do abandono: sarna,pulgas, carrapatos, desnutrição. Já está desverminado e curado da sarna, falta agora, a primeira dose da vacina. É um filhote dengoso e bem novinho, deve ter dois ou três meses e parece que será bem grandinho.


CHICO
Chico Atropelado, este é o seu nome! Foi abandonado no portão da minha casa após um atropelamento. Não foi nada grave, o pior foi o susto. Esta criança deve ter uns 8 ou 9 meses e só pára de brincar na hora da comida. Ah, e no carro ele também pára, fica bem quietinho olhando pela janela. É uma ótima companhia para crianças. Tomou a primeira dose da vacina, mas ainda não foi castrado.

PAÇOCA
A Paçoca é uma filhotona, deve ter 1 ano de idade. Como todo filhote, o que ela quer é comer, comer, brincar e brincar. Está castrada, de malas prontas para ir para seu novo lar!

NONA
A Nona é uma jovem senhora, deve ter 4 anos. Tem um temperamento tranquilo, o que não a impede de ser uma atenta guardiã. Está castrada e se dá muito bem com outros cães.

PEDRITA
A Pedrita é uma cadela de porte grande. Vivia na minha rua e muitas pessoas gostavam dela, principalmente, as crianças. O problema é que ELA não gostava de algumas pessoas e demonstrava isso muito bem. Um dia, um desses desafetos da Pedrita, se aproveitou enquanto ela tirava um soninho na graminha de uma calçada e jogou uma pedra enorme, que acertou o cotovelo e fez 3 fraturas num pedacinho pequeno de osso.
Ela passou por uma delicada cirurgia e mais delicada ainda foi a recuperação, mas agora, um ano depois, está super bem, apoia a pata no chão normalmente, corre, pula e cuida muito bem da casa onde está hospedada. Não gosta muito da companhia de outros cães, mas adora crianças, sabe andar de carro direitinho, adora passear e receber carinho e atenção.
Interessados em adotar um destes focinhos, escreva para adoteumfocinho.tiane@yahoo.com ou ligue para (51)9957-7720.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Boas notícias e não tão boas...

No comecinho do mês de fevereiro recebi uma ligação que gostaria de receber mais vezes, mas infelizmente, não é o que acontece. A maioria dos contatos são de pessoas querendo se desfazer do seu próprio animal de estimação ou procurando um abrigo para deixar algum animal encontrado na rua. A ligação foi da Karen e ela queria doar 30 Kg de ração. Combinamos e fui buscar no dia seguinte, quando fiquei sabendo que a ração havia sido arrecada através de uma nobre atitude dela, que se formou no final do ano e ao invés de presente, pediu aos convidados que doassem ração para cães e gatos. As de cães foram doadas para o Adote um Focinho. Muito obrigada Karen!
A outra boa notícia é a ótima e rápida recuperação do Migalhinha, que já tem quase todo o corpinho coberto de pêlos, a cabeça é que está demorando um pouco mais. Ele já engordou e está muito esperto e brincalhão, mordendo meu calcanhar o tempo todo. Olhem o lindo olhar dele logo abaixo.
Migalha
Infelizmente, esta postagem não traz só boas notícias.
O Coelho, que estava morando em outra casa há quase um ano, não pode mais ficar lá e eu também não tenho lugar para ele aqui, nem pra ele, nem para uma mísera pulguinha por isso, peço ajuda para divulgar a adoção urgente dele, que não está comigo, mas precisa de um novo lar com urgência! Para ele e para a Lucrécia: na última semana largaram uma cachorrinha na minha rua e eu não tenho onde colocá-la. Estou com super-população e isso causa stress na cachorrada que acaba brigando mais seguido.
Ela está super magrinha, tem leite nas tetinhas e está com pneumonia e anemia profunda, que estou tratando mas ela precisa de um local adequado para ficar, o que não tenho no momento. Por favor, se alguém tiver um espacinho em casa para abrigar a Lucrécia, entre em contato comigo. Ela é muito dócil, muito carinhosa, tudo de bom!
Lucrécia dormindo na rua onde foi abandonada.
Espero só trazer as boas notícias na próxima postagem!

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Amy pronta para o ataque.

Eu não sei se o título certo para esta postagem é "Amy pronta para o ataque." ou "Um par de orelhas pronto para o ataque.", já que é tudo o que podemos ver neste pequeno vídeo que gravei quando acessei o site http://www.caoemquadrinho.com.br/ . A cena pode não parecer tão engraçada agora, mas na hora foi, ela queria entrar na tela para pegar aquele cachorro.

Espero que se divirtam como eu me diverti!

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Apresentando: Migalha

Na última sexta-feira apareceu mais um presentinho na frente da minha casa, o Migalha!

Não sabemos como ele chegou lá, se foi caminhando sozinho, se largaram ali e ali ele ficou, só sabemos que foi visto de manhã bem cedinho, pelas sete horas da manhã, tentou seguir algumas pessoas que o enxotaram e tentou beber a água do pote que deixamos na calçada para os cães da rua e não conseguiu porque o pote é alto e ele, pequeno.
Peguei aquela migalha de cachorro às nove horas e dei um banho, de cara, para começar o tratamento contra a sarna, matar as pulgas e os carrapatos e refrescar um pouco, já que a manhã começava bem quente!
Banho tomado.
Depois do banho ele dormiu, dormiu e dormiu bastante, até acordar com fome. E comeu bastante! E voltou a dormir!
" O que foi que fiz?" , deve ser o que ele fica pensando.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Liberdade para as tartas

Da série: "atualizando postagens"...
Joaquim
Janjão e Chico
Não foi fácil tomar a decisão de soltar as três tartarugas que estavam comigo há quase cinco anos. Todas elas foram resgatas de uma vida que não era a que elas mereciam.
O Chico foi a primeira que chegou, junto com a Chica. O casal foi comprado num minúsculo aquário, por um avô para presentear o neto. Elas foram adquiridas bem pequenas, mas foram crescendo e o aquário ficando pequeno. O menino e o avô pensaram em soltá-las em algum lugar mais adequado, mas assim como eu, temiam pela segurança delas e foi então que eu fiquei com as duas. A Chica desapareceu, desmentindo a tradição que diz que tartarugas são lerdas.
Depois veio o Janjão, que apareceu na vila aqui perto de casa. Estava andando pelos becos quando alguém pegou e trouxe para mim.
E por último, o Joaquim, recolhido por maus-tratos, por amigos meus.
Aqui em casa elas viviam numa banheira, soltas, com terra para poder tomar sol, apesar de bater pouco sol. Não era um lugar ruim, mas elas mereciam mais.
Há tempos que vinha pensando se não era melhor elas viverem com mais liberdade. Pensei em soltá-las no Guaíba, mas temia que ficassem presas em alguma rede de pesca ou que fossem pegas apenas por diversão. Os outros lugares que apareciam, sempre tinham algum problema, como ser perto de alguma estrada e elas acabarem atropeladas.
Quando eu menos esperava, meu pai encontrou o lugar ideal para o trio. O laguinho de uma sede de uma Associação que ele frequenta e onde eu já fui muitas vezes, mas nunca havia pensado na possibilidade delas se mudarem para lá. Numa das vezes que meu pai estava lá, conversava com um dos responsáveis pelo local, justamente sobre o laguinho, que havia passado por uma reforma depois que desbarrancou uma parte. Eles arrumaram e colocaram peixes e tinha tartarugas também! Foi aí que meu pai comentou que eu também tinha tartarugas e procurava por um lugar melhor para elas e então, disseram ao meu pai que eu podia levá-las para lá.
O local fica bem pertinho da minha casa, no pé do Morro Santana. Assim que chegamos, ainda dentro do carro, vimos uma tartaruaga enorme tomando solzinho na grama que margeia o lago. Com a nossa presença ela mergulhou e não deu mais as caras.
Soltamos o meu trio nessa mesma graminha. A reação delas foi diferente do que eu esperava.
O Joaquim, que sempre foi meio tímido, foi o primeiro a cair na água. Mas largamos ele na grama e "tchibum!", lá se foi o Joaquim!
Eu achava que o Chico, que sempre foi a mais rebelde, sairia correndo para dentro da água, mas não. Ele ficou parado no lugar, precisou de uma ajudinha para cair na água. Dei um empurrãozinho e aí sim, "tchibum!", lá se foi o Chico!
Já o Janjão, ah, o meu querido João Grandão! Ele sempre foi o mais calmo, carinhoso, gostava que fizessem cafuné na cabecinha dele e que segurasse a patinha. Fiquei segurando ele um tempinho antes de vê-lo ir embora. Conversei e me despedi, agradeci a ele pelo tempo em que ficou comigo, me desculpei pelo meu egoísmo em mantê-los lá em casa, me justificando, pois temia pela segurança deles e pedi que ele fosse feliz ali, ele, Joaquim e Chico. Coloquei-o na água e ele mergulhou. Ficamos olhando e, de repente colocou a cabecinha pra fora, um pouquinho mais adiante e mergulhou de novo. Sentamos na beira do laguinho para observá-los quando apareceu o Janjão bem pertinho da gente e ficou ali, boaindo e, acho que nos olhando.
Fui até a ponte e enxerguei o Chico nadando, já do outro lado do lago. Esse é o Chico! Corajoso e desbravador! O Joaquim, não vi mais. Aqui em casa também era difícil enxergá-lo, passava a maior parte do tempo embaixo d'água.
E assim acaba a minha história com as tartas. Espero que o "e foram felizes para sempre!" seja a história delas.
Janjão antes de mergulhar.
Janjão voltando para se despedir.
Janjão fazendo o reconhecimento do laguinho.
O laguinho.
O Morro Santana e sua ferida aberta, visto do novo lar das tartas.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Ajuda para os animais em Nova Fribrurgo - RJ

Recebi este pedido de ajuda para os animais em Nova Friburgo e, apesar de ter vindo de uma fonte segura, resolvi conferir se não era alguém se aproveitando da tragédia, como já aconteceu tantas vezes, e liguei para a Carla, lá em Nova Friburgo.
Com uma voz cansada, mas muito simpática, confirmou todos os dados, e passou o CNPJ que não havia sido divulgado e é preciso para fazer depósitos nos bancos Itaú. Sem eu perguntar nada, ela fez questão de ressaltar que todas as doações serão, exclusivamente para os animais e que haverá uma prestação de contas no site da Univida.
Contou ainda, que a grande dificuldade está sendo comprar ração, pois a grande maioria das lojas da cidade foram alagadas ou destruídas e tudo foi perdido!
Quem puder ajudar, ajude! Não precisa ser um valor grande, que seja 5 ou 10 reais afinal, "de grão em grão a galinha enche o papo"!
Segue abaixo, o texto que me foi repassado com os dados.
Fica aqui o meu parabéns e desejo muita força para a Carla e o pessoal de Nova Friburgo que estão tentando fazer algo pelos animais!



"A tragédia em toda a região serrana do Rio de Janeiro está tomando proporções cada vez maiores, tanto para as pessoas quanto para os animais. O pânico está generalizado, os animais completamente desnorteados não são capazes de entender o que está acontecendo.
Os animais também são vítimas desta enorme catástrofe. Eles precisam de nossa ajuda!
A coordenadoria do Bem Estar Animal de Nova Friburgo, em parceria com a ONG Instituto Univida de Proteção Animal está disponibilizando uma conta bancária (abaixo) e contatos para doações que serão revertidas integralmente para alimentação e todos os cuidados que forem necessários para o atendimento dos animais desabrigados e/ou em sofrimento.
Pensamos também em ajudar todos os canis de Nova Friburgo após vistoria no local, para verificarmos suas necessidades e para melhor utilização das doações que serão exclusivamente usadas para minimizar o sofrimento dos animais. Prestaremos conta através da internet.
TODOS JUNTOS PELOS ANIMAIS!

Carla Freire
Coordenadoria do Bem Estar Animal de Nova Friburgo
Para doações:
Instituto Univida de Proteção Animal http://www.univida.org.br/
Banco Itaú
Agência 6542
Conta corrente: 06841-3
CNPJ 09.338.606/0001-06
Contatos:
Adilson Pacheco (Presidente do Univida)
(22) 2533-4035 e 8801-2153
Carla Freire (Coordenadoria do Bem Estar Animal de Nova Friburgo)
(22) 2522-1356 e 9931-3313
Cristina Ribeiro (voluntária)
(22) 2528-3312 e 9942-9655

sábado, 15 de janeiro de 2011

Celebração de Natal

Atualizando o blog, que está com muitas postagens atrasadas, vou contar agora como foi a celebração de Natal organizada por um Residencial da maior idade, que arrecadou ração para a bicharada do Adote um Focinho.
A celebração de Natal aconteceu em duas partes. A primeira foi na tarde do dia 14 de dezembro quando visitamos os moradores do Residencial. Os representantes caninos foram o Pinheirinho, O Chico e o Tombo. Não levamos nenhum gatinho porque eles são mais assustados.
O Tombinho chegou vestido de Cão Noel, foi um sucesso! Todos queriam pegá-lo e acariciá-lo.
O Pinheirinho mostrou que a sua deficiência não deixou marcas e que a falta de uma perna não é motivo para tristeza, pelo contrário, ele era o mais carinhoso distribuindo simpatia e amor a todos. A nossa visita foi feita no pátio onde moradores e funcionários conversavam e curtiam uma sombrinha dos últimos dias da primavera. O Pinheirinho foi, sozinho, "cumprimentar" cada morador que ali estava, arrancando um sorriso de cada um. Foi impressionante! Parecia que ele sabia porquê estava ali.
Uma das moradoras do Residencial tem uma cachorrinha, a Mel, que também participou da confraternização e estava linda, cheirosinha, de banho tomado e lacinhos nas orelhas. Ela adorou a visita do trio brincando muito com eles, principalmente com o Tombinho. Assim como eles, a Mel foi recolhida na rua.
O Chico se comportou muito bem também, um pouco mais tímido que o Pinheirinho, mas bem calminho e sempre pronto para dar e receber carinho.



O Tombo foi a grande atração, claro! Filhotes sempre são uma alegria garantida. Ele soube muito bem quando era hora de ficar quietinho num colinho ou quando era hora de brincar. Ele e a Mel proporcinaram cenas divertidas brincando no pátio. Pobre do canteiro do Residencial!

Mel, Pinheirinho, Chico e Tombo num colinho.
Chico de Natal.
Foi uma tarde muito agradável!
Na saída os cães foram conferir o que haviam ganhado de ração até aquele momento, pois foi feita uma campanha entre os moradores do Residencial e seus familiares para arrecadar ração para o Adote um Focinho.
Conferindo as doações feitas até o momento.

Segunda parte - Celebração de Natal

Cartazes na entrada.

Na segunda parte da celebração de Natal a bicharada não foi junto. Aconteceu na noite do dia 16 onde os moradores receberam seus familiares com música e um coquetel, e todos foram convidados, dias antes, a colaborar com o Adote um Focinho doando ração na noita da comemoração.
Nós fomos convidados a participar e a dar uma palavrinha divulgando o projeto e incentivando as adoções, doações e a guarda responsável.
Na entrada foram pendurados pequenos cartazes com fotos dos animais para adoção e fotos da visita que fizemos na tarde do dia 14. Tudo organizado pelo Residencial!
No final, recolhemos as doações enchendo o porta-malas do Uno de ração. Detalhe: o porta-malas estava deitado, ou seja, ganhamos bastante ração!
Moradores e familiares confraternizando.
As doações foram super bem-vindas! Muito obrigada! Mas além das doações e da divulgação do nosso trabalho e do blog, queremos agradecer pela oportunidade da visita com os cães, que foi muito agradável e foi a parte mais bonita, na minha opinião, pois nada melhor do que estar em contato com eles, interagir, ver quanto carinho eles têm para dar e para receber. O quanto eles são amáveis! Muito obrigada!
Fotos: Leonardo Esch

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Eu pareço assustado?
Como você se sentiria se te largassem sozinho, no meio do lixo, num lugar por onde nunca havias passado antes?





Foi aqui, no meio destes galhos e lixo onde me abandonaram, sob um sol escaldante, numa rua com muitos cães latindo. Depois de algum tempinho, uma pessoa ouviu meu choro e veio na minha direção. Assustado, saí correndo para o outro lado da rua, mas os latidos eram muitos e fiquei paralisado na frente de um cachorro que estava atrás das grades de uma casa. A pessoa que chegou em mim antes, veio atrás e conseguiu me pegar. Me apertou contra o peito dela e foi me acalmando, mas eu não entendia o que estava acontecendo e me sentia apavorado. Levou um tempinho até eu relaxar e conseguir tirar uma sonequinha.A tarde passou, acordei um pouco mais calmo e ganhei comida.
Comi com vontade o que haviam me oferecido logo que cheguei, e recusei por causa do pavor.
De barriguinha cheia, passei bem a noite, me sinto mais calmo, apesar de continuar não entendendo nada do que está acontecendo comigo. Tenho água e comida à vontade, ganhei uma caminha macia onde posso dormir e tenho recebido muito carinho o tempo todo. Mas parece que não poderei ficar por aqui, terei que entrar numa tal fila de adoção. Também não entendo do que se trata, dizem que será melhor para mim, que terei um lar e uma família para me cuidar e nunca mais deixar eu sentir o que é o abandono.
Me adote!
Escreva pra adoteumfocinho.tiane@yahoo.com ou ligue para (51)9957-7720.